Histórico


    Categorias
    Todas as mensagens
     Faça e use///Customização
     Dicas de moda e estilo
     fengshui
     Manequim/Moda


    Outros sites
     Manequim


     
     
    MODA

    Manequim/Moda



     
     

    Dicas de moda e do que usar em ocasiões especiais.

     

    Acessórios

    Faixa: É um acessório versátil; Pode ser usada logo abaixo dos seios e também é ótimo para disfarçar quadris largos, se usada nos quadris, disfarça barriga saliente ou ainda na cintura.

    Faixa Fixa na Peça: Deixa o visual mais feminino e tem melhor ajuste se for feita com tecidos maleáveis como Viscoelastano ou Jérsei.

    Meia-Calça: No verão é usada para ocasiões formais onde você deverá ter o cuidado em usar meias finíssimas e ter a coloração próxima a cor da pele para que fiquem quase imperceptíveis. Já no inverno, usar meias grossas de fio 40 a 80 e com sapato de salto e bico não muito fino.

    O que usar quando é solicitado:

    TRAJE ESPORTE - É o mais simples e informal.

    Para as mulheres
    Abuse de estampas em vestidos leves, em calças, capri, corsário ou comprida. Camisetas, tops e regatas são permitidas. Nos pés, sandálias (plataforma, rasteiras, saltos baixos), tênis, sapatilhas e sapatênis. Não use brilho! As bolsas devem ser grandes ou mochilas. E para acompanhar, bijuterias ou jóias discretas.

    Para os homens

    Calças jeans, de brim e de sarja com camisa pólo ou camisetas. A ocasião dispensa o uso de gravata e paletó. Blazer, só se estiver frio. Nos pés, tênis, mocassins e sapatênis.

    TRAJE PASSEIO, ESPORTE FINO ou TENUE DE VILLE - Um pouco mais formal.

    Para as mulheres

    Vestido de crepe, microfibra, terno ou tailleur com sapato baixo ou de salto fino. Use bolsas menores. Não carregue na maquiagem e não exagere no brilho dos acessórios.

    Para os homens

    Na parte da manhã e a tarde é permitido o uso de calças esportivas com blazer, ternos claros com mocassins marrons ou preto. À noite dê preferência a terno cinza e azul, com mocassim social preto e gravata.

    PASSEIO COMPLETO ou SOCIAL - Formalidade completa!

    Para as mulheres

    Roupas com brilho; tecidos como a seda, xantungue, cetim. Pode usar decotes e fendas discretas. As bolsas devem ser pequenas. Use nos pés sapatos ou sandálias de saltos altos. Se quiser, use meia fina. Use bijuterias sofisticadas ou jóias .

    Para os homens

    Terno de padrão único escuro, com camisa social e gravata. Sapato social escuro.

    TRAJE BLACK-TIE, TENUE DE SOIRÉE ou RIGOR - Para uma noite especial, noite de gala!

    Para as mulheres

    Vestidos longos! Decotes, fendas, muito brilho. Tecidos como a seda, xantungue, tafetás. Use sandálias ou sapatos de salto alto, combinando com bolsas pequenas do tipo carteiras. Capriche na maquiagem e cuidado no penteado! Você não precisa necessariamente combinar tudo, a cor da maquiagem com a cor do vestido, sapato e bolsa. Use uma maquiagem de tom neutro com um vestido estampado em um tecido de seda, sandália lisa e bolsa bordada.

    Para os homens

    Smoking Sempre! Com sapatos lisos e pretos de amarrar.



    Escrito por ANGELOS às 16h45
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Por dentro dos anos 70

    Por dentro dos anos 70

    O estilo boêmio, tendência neste inverno, é uma versão mais chique do visual hippie setentista. A década, rica culturalmente, também foi marcada por outros movimentos jovens que refletiram na moda, como os baladeiros da era disco e os punks

    Por João Batista Jr. type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo ----- PAGINA 01 -----

    O mundo da moda é cíclico. Os estilistas, na busca por inspirações, resgatam elementos de décadas passadas para criar o desejo pelo novo. Se na última temporada a modelagem balonê e o jeans colorido dos anos 1980 voltaram com tudo, neste inverno o estilo dos hippies setentistas é que está em alta. "Rebatizado de boêmio, essa tendência tem o conforto como fundamento", diz a consultora de moda Manu Carvalho. Esse revival vai ao encontro dos ideais de liberdade dessa tribo, refletidos em peças soltas, como os vestidos e saias amplas e as pantalonas. Amantes da natureza, os hippies valorizavam tecidos como algodão, lã e seda. Medicinas e terapias orientais chegaram ao Ocidente e elementos étnicos entraram pela porta da frente do mundo fashion pelas mãos de Yves Saint Laurent.

    Os jovens setentistas romperam a barreira entre o masculino e feminino. O jeans se tornou uma peça unissex por essência e o modelo 501 da Levis, ao lado da jaqueta perfecto e do Converse, virou um clássico. Em meados da década, a estética hippie já perdia sua força. "Era a vez das discotecas", recorda Maria Claudia. As pistas de dança, assim, se tornaram grandes passarelas. Camisas de cetim, meia-calça de lurex e roupas à base de lycra eram o uniforme dos baladeiros. O fim da década foi marcado pela ascensão do movimento punk em Londres. A estilista Vivienne Westwood foi quem concebeu o look fetichistas dessa tribo, que abusava de elementos como couro, tachas e correntes.

    Romantismo Multicultural
    Romantismo
    Vestidos com babados e estampas de flores davam delicadeza à juventude paz e amor
     

    Multicultural
    Estampas étnicas chegam às passarelas de Paris pelas mãos de ninguém menos que Yves Saint Laurent

    Pacifismo  
    Pacifismo
    Jane Fonda participou de movimentos que pediam o fim da Guerra do Vietnã. Caiu nas graças dos hippies e foi alçada à musa de uma geração
      Glam-Rock
    A androgenia de artistas como David Bowie agregou calças justas, botas de salto e, sobretudo, a maquiagem ao visual dos homens

     

    Na pista   Além da aparência
    Na Pista
    O filme Os Embalos de Sábado à Noite traz a febre das discotecas às telas do cinema com John Travolta
      Além da aparência
    Entre uma tacha e outra, o movimento punk pedia conscientização política aos jovens

     

    Beleza

    Cada tendência foi marcada por um tipo diferente de maquiagem.

    Hippies Hippies
    A região dos olhos era mais valorizada. As sombras e lápis recebiam cores ligadas à natureza, como o verde e o azul. O cabelo tem aspecto natural e ondulado.

     

    Juventude disco
    O glitter prata nos olhos e têmporas davam glamour à geração disco. O boca era sempre finalizada por gloss.
    Hippies

     

    Hippies Punk
    Mais é mais para essa tribo. O cabelo, grande destaque, recebia cores inusitadas, como vermelho e amarelo. Os olhos dramáticos eram febre entre os seguidores.



    Escrito por ANGELOS às 16h22
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    PONTO A PONTO

    Blusa de tricô 

    Com mangas mais curtas, esta blusa pode ser usada sozinha, ou, nos dias mais frios, com uma camiseta de manga comprida por baixo

    type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo

    Tamanho  44/46

    Materiais utilizados 

    - 3 novelos com 100 g de Lã Andorra na cor salmão claro (395), da Círculo
    - 1 par de agulhas para tricô nº 4
    - Agulha circular n° 4

    Pontos e abreviaturas utilizados
    p. - ponto
    m. - meia
    t. - tricô
    p. tricô - seguir o gráfico
    p. de barra 1/1 - seguir o gráfico
    p. fantasia - seguir o gráfico.

    COMO FAZER

    Frente: monte 82 pontos na agulha para tricô e trabalhe em ponto tricô. A 5 cm de comprimento, mude para o ponto fantasia. A 35 cm de comprimento, arremate os 2 pontos centrais para formar o decote e termine cada parte separadamente, arrematando do lado do decote a cada 2 carreiras 1 ponto (6 vezes). A 38 cm de comprimento, monte 16 pontos na agulha no lado oposto ao decote para formar a manga. A 60 cm de comprimento, arremate todos os pontos.

    Costas: Monte 82 pontos na agulha para tricô e trabalhe em p. tricô. A 5 cm de comprimento, mude para o p. fantasia. A 38 cm de comprimento, monte 16 pontos na agulha no lado oposto ao decote para formar as mangas. Para formar o decote, arremate os 34 pontos centrais a 58 cm de comprimento e termine cada parte separadamente. A 60 cm de comprimento, arremate todos os pontos.

     

    Acabamento e montagem

     

    • Costure os ombros, franzindo levemente as partes da frente, laterais e mangas.

    • Levante 176 pontos na agulha circular ao redor do decote e trabalhe no ponto de barra 1/1. A 16 cm de comprimento, arremate todos os pontos.

     

     

    Amostra

    Quadrado de 5x5 cm na agulha para tricô nº 4 = 8 pontos x 10 carreiras medidos sobre o ponto fantasia.

     

     

    Blusa de macramê

    Esta técnica dispensa a agulha e requer apenas a habilidade das mãos para trançar os fios. Ensinamos a fazer um modelo vazado, ideal para os dias quentes

    | Ricardo Corrêa type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo ----- PAGINA 01 -----

    Material

     

    • 1 cone de barbante Apolo Cru nº 8 (para blusa tamanho P)

    • Tesoura e fita métrica

     

     

    Como fazer

    Corpo: separe cinco fios (porta-nós), com 1 m, cada um, que servirão de base para tecer a blusa. Em seguida, corte mais 104 fios, de 3,20 m, cada um. Distribua os porta-nós conforme mostra o diagrama 1 e trance o corpo. Ele deve ter cerca de 8 cm de pala, 37 cm de prolongamento e 6 cm de franja. A colocação dos fios no porta-nós está demonstrada ao lado.

    Alças: corte 32 fios, com 5,20 m, cada um. No porta-nós, em cada um dos espaços reservados para as alças, amarre 16 fios. Faça um trançado de cerca de 35 cm (diagrama 2) e deixe sobrar uma franja.

    Acabamento: fazendo nós, una a franja da alça ao espaço dela no fio porta-nós da pala (veja na figura de colocação dos fios). Finalize a blusa amarrando todos os fios porta-nós na lateral.

     

    CRIAÇÃO

    Esta blusa foi produzida pela artesã Aparecida Ferreira, presidente da Cooperativa dos Artesãos de Barroso (MG) para um desfile do estilista Ronaldo Fraga, em setembro de 2006, em Belo Horizonte. Essa ação fez parte de um projeto social de incentivo ao artesanato da região.

     

    Colocação dos fios da blusa

    DIAGRAMA 1 (blusa)

    DIAGRAMA 2 (alças)

     

     

    Black Beauty Stole

    Estola preta com acabamento em 'pele'

    Criação: Karen Burns | foto: Carlos Bessa type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo

    Material

    2 (3) cones do fio Grelonê preto (Frantex) *
    200 (300) gr. Fio Isis preto (Aslan) **
    agulha circular 7,0 de 80 cm ou maior

    Alternativa para fios

    * Fio fantasia principal (sem pêlo)
    Botonyl (Frantex)
    Riccio (Aslan)

    ** Fio fantasia peludo
    Afrodita (Aslan)
    Passion (Coats Corrente)
    Tacumã ou Poty (Pura Fibra)

     

    Medidas aproximadas da estola pronta: 94 cm (lado superior); 40 cm (lateral) para o tamanho P/M. As indicações entre ( ) são para os tamanhos G/GG

    OBS: não é necessário fazer amostra, pois o trabalho não exige exatidão de medidas. O uso da agulha circular é recomendável devido à grande quantidade de pontos.

    Ponto empregado

    Cordões de tricô
    (direito e avesso sempre em meia ou sempre em tricô)
    Os aumentos que aparecem na receita devem ser feitos tecendo duas vezes no mesmo ponto, ou seja, tece uma vez na primeira "perna" do ponto e sem derrubar o ponto que está na agulha esquerda, tecer novamente em meia a outra "perna" do ponto.

    Execução

    Com a ag. 7,0 e o fio Isis, montar 66 (78) e tecer 8 carreiras em cordões de tricô (4 cordões)
    Na carreira seguinte mudar para o fio Grelonê e tecer:
    * 2 meia, 1 aumento * , repetir de * a * até o final da carreira
    Continuar tecendo em cordões de tricô por mais 30 (40) carreiras

    Na carreira seguinte tecer:
    *2 meia, 1 aumento * , repetir de * a * até o final da carreira
    Continuar tecendo em cordões de tricô por mais 30 (40) carreiras
    Mudar para o fio Isis e tecer mais 6 carreiras em cordões de tricô

    Na carreira seguinte tecer:
    *2 meia, 1 aumento * , repetir de * a * até o final da carreira
    Tecer mais 6 carreiras em cordões de tricô e arrematar os pontos frouxo.

    Arremates

    Com a ag. 7,0 levantar na laterais 70 (80) pontos e tecer 4 carreiras em cordões de tricô (2 cordões)
    Na carreira seguinte, aumentar 10 pontos distribuídos.
    Tecer mais 2 carreiras e arrematar frouxo.
    Costurar os pontos das laterais menores às bordas superiores e inferiores

     

     



    Escrito por ANGELOS às 16h19
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Os estilistas japoneses que revolucionaram o mundo da moda

    Saiba mais sobre Rei Kawabuko, Yohji Yamamoto e Issey Miyake

    type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo ----- PAGINA 01 -----

    Um dos marcos na moda da década de 1980 foi o aparecimento de estilistas nipônicos que surpreenderam o mundo com seus novos conceitos e coleções de roupas totalmente inesperadas. Foram eles Rei Kawabuko, Yohji Yamamoto e Issey Miyake. "Eles mudaram os conceitos sobre o modo de se vestir trazendo formas esculturais e arquitetônicas para as peças", diz José Luis de Andrade, professor de Design de Moda do Senac-SP. Suas propostas eram tipicamente japonesas, com roupas de tecidos naturais tingidos com ervas, cores neutras, como preto, cinza e tons de terra, repletas de valores ancestrais e ecológicos. No verão de 1983, esses estilistas fizeram os fashionistas em todo o mundo suar frio, encherem-se de perplexidade ou de entusiasmo. Eles afirmaram um estilo que mudava totalmente o consenso em vigor, o da mulher fatal, com laquê, ombros acentuados e saltos altos. Algumas peças faziam referência ao fim do mundo, Hiroshima e à influência do movimento punk, com saltos baixos, ausência de maquiagem, pudor e reserva.

     

    Rei Kawakubo

    Estudou filosofia, arte e literatura, formação determinante para a proposta conceitual de suas peças. As roupas apresentadas na primeira coleção de sua grife, em 1981, desafiavam todas as convenções pelo tratamento dos volumes e das proporções, que ganharam um novo equilíbrio, pela presença de comprimentos irregulares e pelas superposições assimétricas. O uso do preto, cor não muito popular à época, se impôs em definitivo no dia-a-dia. As construções da estilista são esculturais, voltando-se mais para a estrutura do que para a superfície.

     
    Desfile da estilista: uso do preto e de modelagens volumosas.

     

     

    Yohji Yamamoto


    Nascido em 1943, este mestre japonês da arte de cortar e grande arquiteto do vestuário põe em questão a estrutura e a postura do traje em cada uma de suas coleções. Distancia-se do estilo sexy da mulher fatal. Propõe uma mulher casta, reservada, exibindo uma neutralidade de fachada. A mulher, segundo Yamamoto, somente se revela pouco a pouco.

     

     

     

    Modelos expostos mostram detalhes das criações do estilista.

     

     

    ----- PAGINA 01 -----

    ----- PAGINA 02 ----- ----- PAGINA 03 -----

    Issey Miyake

    Ficou conhecido por contestar, questionar e estar sempre à procura de novos caminhos para as vestimentas. Nos anos 1980, investiu nas técnicas dos plissados, realizando modelos que remetiam ao universo das gaiolas e lanternas orientais, esculturas e às formas da Antiguidade. Seus vestidos de linha plissada são sua marca registrada. Miyake nasceu em 1938 em Hiroshima, no Japão, e formou-se em artes gráficas. Trabalhou com Hubert Givenchy, em Paris, e mostrou sua primeira coleção em Nova York em 1972



    Escrito por ANGELOS às 15h49
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    A história do jeans

    Tudo começou em meados do século XIX, nos Estados Unidos, quando os imigrantes Levi Strauss (da Alemanha) e Jacob Davis (da Letônia) resolveram transformar em roupa a lona que era usada na cobertura de barracas. Segundo o livro Dicionário da Moda, de Marco Sabino, foi assim que nasceram as primeiras calças jeans - que no início foram adotadas pelos mineradores do Oeste americano e eram de cor marrom. Foi de Davis a idéia de colocar rebites de cobres para reforçar as calças que fabricava, usando tecido fornecido pelo comerciante Levi Strauss. Strauss foi quem registrou a invenção da peça que, logo, começou a ser produzida com brim azul, sob a marca Levi's. Em 1890, a Levi's criou seu modelo mais famoso, a calça 501.

    O nome "jeans" passou a ser usado na década de 1940, nos Estados Unidos, para designar calças de brim índigo blue, que nesse momento já dava os primeiros passos para virar uniforme da juventude. O termo é uma corruptela do francês Gênes (Gênova), cidade portuária italiana onde os marinheiros usavam calças de sarja grossa proveniente de Nîmes - outro nome que sofreu alteração para dar origem ao termo denim, que virou sinônimo de tecido para fazer calça jeans.

    Na década de 1950, o jeans era usado pela juventude rebelde americana, influenciando o mundo todo. A produção estava a cargo das marcas Lee e Wrangler, além da Levi's. No Brasil, a São Paulo Alpargatas foi a pioneira a fabricar as chamadas calças de brim Far-West, uma versão do jeans americano.



    Escrito por ANGELOS às 15h45
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    VESTIDO bordado[customizado]

    Com a aplicação de tiras de tafetá, o pretinho deixa de ser básico e ganha cara de festa

    type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo

    Material

    • 30 cm de tafetá
    • Linha de seda
    • Agulha e alfinetes

     

     

     



    VESTIDO de viscoelastano Hering

    1. LINHA de seda preta Telanipo
    2. TECIDO tafetá Cinerama

    Como fazer

    Corte uma tira no viés com 3 cm de largura e todo o comprimento do tecido. Dobre as laterais 0,5 cm para trás e passe a ferro, formando um viés de 2 cm de largura. Alinhave-o no vestido, produzindo o desenho desejado. Experimente a peça para ver se o desenho está no lugar certo. Borde o viés com ponto galho (também conhecido como pé de galinha) e os círculos com ponto atrás. "Use linha de seda para acompanhar o brilho do tafetá", ensina a designer Carol Whately, autora da customização.

     

     



    Como usar

    Quem tem ombros largos pode aplicar os bordados na parte debaixo da peça para equilibrar a silhueta.

     



    Escrito por ANGELOS às 15h40
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Moda classica

    Clássicos

    Veja diferentes formas de usar as modelagens que nunca saem de moda. Além de vestidos, elas também podem ser empregadas em blusas, saias e macacões

    type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo ----- PAGINA 01 -----

    TOMARA-QUE-CAIA

    É o vestido mais usado em roupas de festa. Os modelos com busto trabalhado como o da cantora Ivete Sangalo são ideais para valorizar seios pequenos ou médios.

     

     

     

     
    Fotos Divulgação TV Globo (Ivete Sangalo) | Reginaldo Teixeira (Juliana Silveira) | Cassiano de Souza (Gisele Bündchen)

    CHEMISIER

    Conhecido como roupa de trabalho, ele também encara uma festa. Neste caso, capriche no tecido e nos acessórios. O vestido azul da atriz Maria Fernanda Cândido é de couro vazado.

     

     

     

     

    Fotos Luciana Prezia (Daniela Cicarelli) | Reginaldo Teixe

     

     

    CACHE-COEUR

    Também chamada de transpassada, esta modelagem valoriza as formas femininas. O decote em V deixa o colo mais bonito e também pode ser aplicado a macacões, como o da atriz Adriana Alves.

     

     

     

     Fotos Flavio Torres (Adriana Alves e Claudia Raia) | Divulgação TV Globo (Ana Maria Braga)

    TUBINHO

    Com formas retas e modelagens simples, este vestido é prático e confortável. Suavize as formas retas do tubinho com um cinto fino, como fez a apresentadora Fernanda Lima.

     

     



    Fotos Ernani D'Almeida (Fernanda Lima) | Leonardo Marinho (Bianca Castanho e Vanessa Giacomo)

     

     

    TULIPA

    As pregas abaixo da cintura criam volumes e realçam os quadris. Se os seus são grandes como o da atriz Juliana Paes, combine vestidos com esta modelagem com casacos ou colares chamativos.

     

     

    Fotos Flavio Torres (Juliana Paes) | Leonardo Marinho (Julia Lemmertz) | Reginaldo Teixeira (

    CORTE IMPÉRIO

    Perfeito para alongar a silhueta, ele pode ser usado em roupas de festa ou do dia-a-dia. O modelo delicado da atriz Thaila Ayala é inspirado nas deusas gregas.

     

     

     

     

     Fotos Ernani D' Almeida (Fiorella Martins e Thaila Ayala) | Leonardo Lemos (Alinne Moraes)



    Escrito por ANGELOS às 15h35
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    A Moda em 1808

    De Carlota Joaquina a escravas anônimas, saiba como se vestiam as mulheres que viveram no Brasil há 200 anos

    Por Natália Mello | Fotos Eduardo Rocha / FMC type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo ----- PAGINA 01 -----

    Era uma vez uma colônia pacata e atrasada chamada Brasil. Ela era habitada por um povo de maioria analfabeta que se vestia de forma modesta e descontraída. Em 1808, a vinda da família real mudou radicalmente a estrutura político-econômica do país e, por que não, a maneira de se vestir das pessoas. A exposição Mulheres Reais, em cartaz até 6 de julho na Casa França Brasil, na capital carioca, conta através da moda quem eram as mulheres que viveram no país na primeira metade do século 19. Você sabia que, naquela época, muitas escravas usavam jóias? Manequim conversou com a figurinista Emília Duncan, curadora da mostra, e revela este e outros detalhes do vestuário das mulheres brasileiras antes e depois da chegada da realeza.

    A CORTE
    Vestido de corte império: sucesso no século 19

    Depois da moda extravagante do Antigo Regime, quando as mulheres viviam aprisionadas por vestidos exageradamente acinturados, saias rodadas e perucas enormes, a moda simplificou-se. O hit do século 19 eram os vestidos de corte império, com a cintura logo abaixo dos seios, inspirados nas túnicas greco-romanas. Esses modelos não tinham amarrações nem espartilhos e apresentavam as mangas quase sempre curtas e levemente bufantes.


    LEOPOLDINA
    Vestido de gala inspirado na Imperatriz Leopoldina

    Incorporava perfeitamente o estilo da época. Vestia-se de maneira fina, mas não ostentosa, com vestidos da moda e jóias discretas. Nas ocasiões festivas, seus trajes apresentavam mais requinte.


    D. MARIA I

    Traje inspirado em D. Maria, à moda dos tempos áureos da monarquia absolutista

    Viveu a maior parte do tempo no Antigo Regime, época em que o luxo e a ostentação estavam em alta. Por isso, suas roupas eram as que menos se enquadravam no padrão estético vigente. Tinha várias jóias e peles feitas na França e na Rússia, além de vestidos glamourosos com saias amplas e corseletes apertados.


    CARLOTA JOAQUINA

    Roupa que retrata a extravagância de Carlota Joaquina

    Defendia ferozmente a superioridade da nobreza sobre as demais classes sociais e as roupas dela espelhavam esse sentimento. A presença de muitas jóias e acessórios é marcante no visual de Carlota, que também usava vestidos de corte império, mas não abandonou os modelos de saias rodadas.

     

    Distantes do mundo fashion: as roupas antes da vinda da realeza

    ESCRAVAS
    Panos e farrapos: a reprodução dos looks das escravas é um dos pontos altos da mostra

    A roupa era composta por panos amarrados no corpo ou sutilmente costurados, que sofriam modificações por causa do trabalho. Uma lavadeira, por exemplo, puxava a saia para cima para não molhá-la na beira do rio, criando um modelo mais curto. Como os afazeres das escravas exigiam esforço físico, era comum que as roupas, mal costuradas, despencassem - o que chocava os estrangeiros. "Não existia malícia por parte delas. Na tradição africana, o vestir serve para adornar e não para cobrir o corpo", explica Emília.


    BRANCAS
    Modelo de Lino Villaventura: releitura do traje das brasileiras católicas

    Eram submissas e recatadas, reféns de rígidos valores católicos que condenavam a vaidade. Quando saíam de casa, na maioria das vezes para ir à igreja, usavam mantilhas grossas sobre os longos vestidos. Dentro de casa, eram bastante relaxadas: deixavam os cabelos soltos e vestiam camisolões leves, que não se prendiam ao corpo.

     

    De Carlota Joaquina a escravas anônimas, saiba como se vestiam as mulheres que viveram no Brasil há 200 anos

    Por Natália Mello | Fotos Eduardo Rocha / FMC type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo ----- PAGINA 01 -----

    ----- PAGINA 02 ----- ----- PAGINA 03 -----

    A transformação

    Com a chegada da corte e a abertura dos portos, em 1808, as brasileiras foram apresentadas à moda européia. O país passou a receber uma quantidade imensa de produtos do velho continente, como tecidos, leques, sapatos, jóias, chapéus, luvas, broches e bolsas. Paralelamente, a vida social ganhou novos ares com as inúmeras festas e cerimônias promovidas pela corte.

    Visual renovado

    ESCRAVAS
    A negra multicultural: mix da moda africana com a européia

    Com a abertura dos portos, o grupo de escravas comerciantes - que já existia - ganhou força. Muitas negras passavam o dia pelas ruas, vendendo produtos. A roupa delas era a fusão de heranças africanas com o modismo europeu. Usavam objetos mágicos e amuletos sobre o corpo, para atrair dinheiro e se defender de inimigos. As roupas eram de tecidos amarrados e sobreposições à moda africana ou então saias, blusas e vestidos dados pela patroa, mas sempre de qualidade inferior. Como parte do ganho dessas escravas ficava com elas, muitas compravam jóias - que mais tarde podiam ser trocadas pela liberdade.

    Escrava bem vestidas sinalizavam o status social de seus donos

    Já as negras que trabalhavam em casa, como domésticas, serviam como uma espécie de vitrine da condição social de seu dono. Quanto mais elegantes e adornadas fossem as escravas, mais poderoso se mostrava o senhor. Na hora de sair, vestiam-se de forma muito semelhante às brancas. Essas escravas herdavam jóias e vestidos das patroas.


    BRANCAS

    As brasileiras brancas: muito esforço para se parecer com as européias

    Tentando imitar os padrões europeus, as brasileiras compunham looks exagerados, com muitas jóias e acessórios. O desejo de se distanciar do passado colonial era tão grande que elas acabavam exagerando na dose: tornaram-se enfeitadas



    Escrito por ANGELOS às 15h23
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Vestido-bandagem

    Criado pelo estilista francês Hervé Léger em 1989, o modelo é caracterizado pela junção de diversas tiras verticais - as quais dão o efeito que batizou o seu nome

    Por João Batista Jr. type="text/javascript"> + Favoritos | Envie para um amigo ----- PAGINA 01 -----

    "Supersensual, ele surgiu no fim da década em que a mulher alcançou status no trabalho e sentia-se à vontade para revelar suas curvas", explica Astrid Sampaio Façanha, historiadora e professora de moda do Centro Universitário Senac de São Paulo. "Essa modelagem, na verdade, foi trazida do Egito, onde a arte de se envolver em tiras é mundialmente conhecida", acrescenta. Os primeiros modelos assinados por Léger eram feitos com a técnica da moulage e de tecidos com viscose, poliamida e elastano na sua composição. "Mesmo justo ao corpo, a peça não tira a liberdade de movimento", diz Astrid. "Pelo contrário, ele deixa a mulher poderosa ao segurar pequenas gordurinhas na barriga", acrescenta ela, que tem uma peça dessas em seu próprio guarda-roupa.

    Retorno à moda

    O ressurgimento como item fashion aconteceu quando a grife Hervé Léger, agora sob o comando do designer Max Azria, voltou a desfilar na semana de moda de Nova York, em fevereiro. "O estilista fez uma releitura do modelo original, que agora ganhou versões menos coladas no corpo", conta Astrid. Celebridades como Beyoncé, Victoria Beckham e Natalie Portman já investiram no vestido-bandagem para brilhar pelos tapetes vermelhos do circuito Los Angeles-Nova York.

     

    Superjusto ao corpo, o modelo clássico é infalível para compor um visual sexy. Ele é indicado para as mulheres de corpo ampulheta.
    Foto: Reprodução

    A ex-top model Iman pediu a Léger que criasse um vestido especial para o seu casamento com o cantor David Bowie, em 1992.
    Foto: Reprodução

    Alinne Moraes usou um modelo, assinado pela grife BCBG Max Azria, mais comportado para o Brazilian Day, em Nova York, em setembro.
    Foto: Divulgação TV Globo

    A Forum fez uma releitura com tiras mais grossas e sem estarem presas umas as outras. Feito de crepe lamê e cetim de seda, ele está à venda por R$ 3.800*.
    Foto: Agência Fotosite



    Escrito por ANGELOS às 15h16
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Chapéu panamá

    Em 1526, os espanhóis Cabello de Balboa e Fray Bartolomé Ruiz encontraram tribos no atual Equador que utilizavam uma palha muito bonita em seus cocares. Para que a Espanha pudesse conhecê-la, eles pediram que as artesãs da tribo tecessem a toquilla, como era popularmente conhecida a palha da planta Carludovica palmata.

    O chapéu ganhou nome e popularidade quando, em 1906, o presidente norte-americano Theodore Roosevelt viajou ao canal do Panamá e foi fotografado usando um exemplar. Dali em diante, muitas personalidades adotaram o modelo, como Winston Churchill, Robert Redford, Getúlio Vargas e Tom Jobim.

    Existem diversos tipos de chapéu panamá que são classificados de acordo com seu trançado e sua qualidade. As versões Montecristi e Jipijapa estão entre os melhores. O que define um bom panamá é que ele é feito artesanalmente de forma que o ar passe entre as tramas da palha. Além disso, ele é leve e maleável, mas não se rompe com o tempo.

    Para conseguir essas qualidades, o processo é lento. Família inteiras são mobilizadas na produção de um panamá, que demora cerca de quatro meses para ficar pronto. As folhas verdes da Carludovica palmata ou da macora (palha de qualidade inferior) são desfiadas e imersas em água fervente com pó de enxofre, o que garante sua cor marfim. Em seguida, são colocadas no sol por 20 minutos, mas esse processo deve ser feito logo de manhã ou no final da tarde, pois o sol a pino pode queimar a toquilla. Em seguida, com a trama já seca, recebe uma sova para suavizar e deixar a palha esticada. A parte final, mais trabalhosa, é direito exclusivo das mulheres. São elas que tecem a copa em espiral de forma a entrelaçar as fibras até formarem o diâmetro exato do chapéu. Para confeccionar as abas, as artesãs colocam essa primeira parte já tramada do chapéu em uma fôrma cilíndrica de madeira. Para dar forma, utiliza-se a técnica mais antiga, criada no século 16, que é o molde a fogo, feito com ferro em brasa. Para finalizar, aparam-se os fios rebeldes com tesoura e o acabamento é dado com uma fita por dentro e por fora do chapéu.

    Como usar

    Com a copa menor e arredondada, o chapéu fica super feminino. As fitas coloridas garantem um ar divertido para o verão.

    Cantão
    A copa quadrada e alta cria um visual masculino, ideal para ser combinado com blazer e calças de alfaiataria.
    A aba trabalhada é um diferencial para a estação.

    Maria Bonita Extra
    O galã Brad Pitt se rendeu ao panamá e compôs um estilo mais sóbrio, com a fita no mesmo tom do chapéu.



    Escrito por ANGELOS às 15h12
    [ envie esta mensagem ] [ ]



     
     

    Calça saruel

    História

    Originária da região norte africana, especialmente do Marrocos, a saruel é uma derivação das calças johdpur e dhoti - modelos com amplo volume entre as pernas, muito utilizadas pelos povos da África e do Oriente Médio. "Acredita-se também que a calça marroquina era um traje religioso, utilizado desde a Idade Média, pois essa região era extremamente devota", explica José Luis de Andrade, professor de moda do Senac. Nos países de origem, elas eram feitas de algodão ou seda, em cores neutras como bege e branca.

    Apelidada em inglês de drop-crotch, a saruel voltou com força às passarelas no ano de 2006 em alguns desfiles, como Marc Jacobs, Givenchy e Vivienne Westwood. Em 2009 ela continua em alta e ganhou diversas variações. "Hoje encontramos a saruel com vários comprimentos de gancho, tecidos, estampas e fechamento, como zíper, botões e elástico. Materiais que não existiam na época de origem", esclarece 
    José Luis.

    Como usar

    A saruel vai à praia com blusas sequinhas e chinelos, com o gancho maior. Na cidade, a calça pode ser usada com tênis e rasteiras. 


    Lenny
    A parceria com blusas soltinhas é permitida, mas procure equilibrar os volumes 


    Cantão
    A versão risca-de-giz deixa a produção mais formal e combinada com um blazer curto fica ótima para o trabalho




    Escrito por ANGELOS às 15h08
    [ envie esta mensagem ] [ ]




    [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]